Acabo de ler uma reportagem a qual concordo bastante.
Depois do GP da Itália, fiquei abismado em perceber, no pódio, que o Vettel estava beijando um troféu com o logo do Santander. Sei que a F1 sobrevive de patrocínio, mas me soou um merchandasing horrível como os que vemos hoje em dia nas novelas da Globo (eu não assisto, mas sei que existem!).
Se estivéssemos falando do GP do Santander, e unicamento do Santander, tudo bem. Mas trata-se de um GP de um país, que deveria respeitar minimamente sua história e trazer algum sentido mais profundo e artístico do que um patrocinador. Até por que, nessas épocas de crise, mais do que nunca, os Bancos quebram e deixam de existir, os países não.
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